Posted by admin on 30 de outubro de 2010 in APRESENTAÇÃO with No Comments


Suporta

Nos momentos de crise,
Não te abatas. Escuta.

Por nada te revoltes,
Nem te amedrontes. Ora.

Suporta a provação.
Não reclames. Aceita.

Não grites com ninguém.
Nem firas. Abençoa.

Lance de sofrimento
É o ensejo da fé.

Silencia. Deus sabe
O instante de intervir.

Emmanuel

Posted by admin on 18 de outubro de 2010 in APRESENTAÇÃO with No Comments



Paz no Lar

Para construir o equilíbrio na família, indispensável buscarmos a luz do Evangelho, que ilumina os corações, pacifica as mentes, harmoniza personalidades diferentes.

Jesus nos afirma — ao final do Sermão do Monte — que todo aquele que ouve e pratica Suas palavras será comparado ao homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. (Mateus, 7:24).

Os lares formam cidadãos para o mundo. Aprimorar aqueles é a melhor forma de aperfeiçoá-lo. Neio Lúcio (Espírito), no livro “Jesus no Lar”, diz, no Capítulo I, intitulado O culto cristão no lar:
“… como esperar uma comunidade segura e tranqüila sem que o lar se aperfeiçoe? A paz do mundo começa sob as telhas a que nos acolhemos. Se não aprendemos a viver em paz, entre quatro paredes, como aguardar a harmonia das nações?”

Rui Barbosa, referindo-se à família, em discurso pronunciado no Colégio Anchieta, em 1903, demonstrava que a responsabilidade dos pais transcende as paredes do lar, afirmando:
“A Pátria é a família amplificada. E a família, divinamente constituída, tem por elementos orgânicos a honra, a disciplina, a fidelidade, a benquerença, o sacrifício.”

Ilustrando a importância da nossa conversão ao Evangelho, em Atos dos Apóstolos (16:31), Paulo e Silas recomendaram ao próprio carcereiro: “Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e tua casa.”

Muitos querem uniformizar os membros da família, e buscam impor-se aos demais, para que pensem por sua cabeça. Não vêem que cada qual é um universo à parte, com valores, experiências e sonhos distintos.

Isto não acontece com o verdadeiro discípulo de Jesus, porque, assimilando as lições do Evangelho, transforma-se, amparando e modificando, pelos exemplos, os demais, à sua volta. Aceita-os como são. Aprende a ver beleza na pluralidade de caracteres que compõem sua família. Pois no contraste está o encanto. “Um jardim é mais belo quando há flores variadas. A visão do deserto, sem o oásis, é cansativa.”

Assim, o lar e seus componentes. E isso depende apenas de nos educarmos, renovando hábitos, adotando postura criativa, fraterna. Quando há essa compreensão, os integrantes desse lar ajudam-se uns aos outros, estimulando o crescimento de todos, para que os valores existentes em potencial se desenvolvam e frutifiquem, contribuindo não só para a própria evolução, mas para a do grupo e a da comunidade.

Sofremos mais pela carga de aflição que adicionamos aos problemas do que pelos sofrimentos que eles trazem por si mesmos. Reagimos com desequilíbrio. Devemos agir com serenidade, sem perder a calma e sem agredir aqueles que estão próximos a nós.

Epicuro (341-270 a.C.), filósofo grego, afirmava:“Os grandes navegadores devem sua ótima reputação às grandes tempestades.”

É também no lar onde devemos aprender a observar não só as leis humanas, em geral, mas as Leis de Deus. É no lar que se forma o caráter do cidadão. É ali que se dá sua formação moral. Essa é a verdadeira educação que vem do berço, através não só das palavras, mas dos exemplos. Essa é a maior responsabilidade da família.

Para construir um lar cristão, não devemos nos preocupar somente com o pão material, destinado ao corpo que um dia morrerá, mas sobretudo com o pão espiritual, que alimenta o Espírito imortal: a Fé, a Oração, a Esperança, o Amor, a Fraternidade. Judiciosamente nos ensinava Jesus (Mateus, 6:33) “(…) buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”

Para manter a harmonia em família, devemos compreender que o respeito não se impõe: é conquista. E deve ser recíproco. Desenvolver o diálogo, estimulando a compreensão; o amor à oração e ao Evangelho no lar; este último não só estudado, mas vivido, é a forma adequada de se construir a harmonia nos corações.

Em “O Livro dos Espíritos”, lemos na resposta à questão 695 que o casamento… “é um progresso na marcha da humanidade.” Devemos encará-lo, pois, com a responsabilidade e o amor indispensáveis a torná-lo a mais bela experiência de nossas vidas!

Posted by admin on 17 de outubro de 2010 in Allan Kardec- O Codificador with No Comments


Biografia

 A juventude e a atividade pedagógica

Allan Kardec e sua esposa Amélie Gabrielle Boudet.

Nascido numa antiga família de orientação católica com tradição na magistratura e na advocacia, desde cedo manifestou propensão para o estudo das ciências e da filosofia.

Fez os seus estudos na Escola de Pestalozzi, no Castelo de Zahringenem, em Yverdon-les-Bains, na Suíça (país protestante), tornando-se um dos seus mais distintos discípulos e ativo propagador de seu método, que tão grande influência teve na reforma do ensino na França e na Alemanha. Aos quatorze anos de idade já ensinava aos seus colegas menos adiantados, criando cursos gratuitos para os mesmos. Aos dezoito, bacharelou-se em Ciências e Letras.

Concluídos os seus estudos, o jovem Rivail retornou ao seu país natal. Profundo conhecedor da língua alemã, traduzia para este idioma diferentes obras de educação e de moral, com destaque para as obras de François Fénelon, pelas quais manifestava particular atração. Conhecia a fundo os idiomas francês, alemão, inglês e holandês, além de dominar perfeitamente os idiomas italiano e espanhol.

Era membro de diversas sociedades, entre as quais da Academia Real de Arras, que, em concurso promovido em 1831, premiou-lhe uma memória com o tema “Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?”.[8]

A 6 de fevereiro de 1832 desposou Amélie Gabrielle Boudet. Em 1824, retornou a Paris e publicou um plano para aperfeiçoamento do ensino público. Após o ano de 1834, passou a lecionar, publicando diversas obras sobre educação, e tornou-se membro da Real Academia de Ciências Naturais.[9]

Como pedagogo, o jovem Rivail dedicou-se à luta para uma maior democratização do ensino público. Entre 1835 e 1840, manteve em sua residência, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia[10] comparada, Astronomia e outros. Nesse período, preocupado com a didática, criou um engenhoso método de ensinar a contar e um quadro mnemônico da História de França, visando facilitar ao estudante memorizar as datas dos acontecimentos de maior expressão e as descobertas de cada reinado do país.

As materias que lecionou como pedagogo são: Química, Matemática, Astronomia, Física, Fisiologia, Retórica, Anatomia Comparada e Francês.[11]

Das mesas girantes à Codificação

Kardec em 1865.

Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das “mesas girantes“, bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal de que era estudioso, só em maio de 1855 sua curiosidade se voltou efetivamente para as mesas, quando começou a frequentar reuniões em que tais fenômenos se produziam.

Durante este período, também tomou conhecimento do fenômeno da escrita mediúnica – ou psicografia, e assim passou a se comunicar com os espíritos. Um desses espíritos, conhecido como um “espírito familiar”, passa a orientar os seus trabalhos. Mais tarde, este espírito iria lhe informar que já o conhecia no tempo das Gálias, com o nome de Allan Kardec. Assim, Rivail passa a adotar este pseudônimo, sob o qual publicou as obras que sintetizam as leis da Doutrina Espírita.[9]

Convencendo-se de que o movimento e as respostas complexas das mesas deviam-se à intervenção de espíritos, Kardec dedicou-se à estruturação de uma proposta de compreensão da realidade baseada na necessidade de integração entre os conhecimentos científico, filosófico e moral, com o objetivo de lançar sobre o real um olhar que não negligenciasse nem o imperativo da investigação empírica na construção do conhecimento, nem a dimensão espiritual e interior do Homem.

Tendo iniciado a publicação das obras da Codificação em 18 de abril de 1857, quando veio à luz O Livro dos Espíritos, considerado como o marco de fundação do Espiritismo, após o lançamento da Revista Espírita (1 de janeiro de 1858), fundou, nesse mesmo ano, a primeira sociedade espírita regularmente constituída, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

 Os últimos anos

Túmulo de Allan Kardec em Paris.

Kardec passou os anos finais da sua vida dedicado à divulgação do Espiritismo entre os diversos simpatizantes, e defendê-lo dos opositores. Faleceu em Paris, a 31 de março de 1869, aos 64 anos (65 anos incompletos) de idade,[12] em decorrência da ruptura de um aneurisma, quando trabalhava numa obra sobre as relações entre o Magnetismo e o Espiritismo, ao mesmo tempo em que se preparava para uma mudança de local de trabalho. Está sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, uma célebre necrópole da capital francesa. Junto ao túmulo, erguido como os dólmensdruídicos, Acima de sua tumba, seu lema: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”, em francês.

Em seu sepultamento, o astrônomo francês e amigo pessoal de Kardec, Camille Flammarion, proferiu o seguinte discurso, ressaltando a sua admiração por aquele que ali baixava ao túmulo:[13]

Fonte: Wikipédia- Enciclopédia Livre

Voltaste a esse mundo donde viemos e colhes o fruto de teus estudos terrestres. Aos nossos pés dorme o teu envoltório, extinguiu-se o teu cérebro, fecharam-se-te os olhos para não mais se abrirem, não mais ouvida será a tua palavra… Sabemos que todos havemos de mergulhar nesse mesmo último sono, de volver a essa mesma inércia, a esse mesmo pó. Mas, não é nesse envoltório que pomos a nossa glória e a nossa esperança. Tomba o corpo, a alma permanece e retorna ao Espaço. Encontrar-nos-emos num mundo melhor e no céu imenso onde usaremos das nossas mais preciosas faculdades, onde continuaremos os estudos para cujo desenvolvimento a Terra é teatro por demais acanhado. (…) Até à vista, meu caro Allan Kardec, até à vista!

Posted by admin on 16 de outubro de 2010 in APRESENTAÇÃO with No Comments


Aceite o Inevitável

 A humildade é uma força que deve estar sempre presente em nossos caminhos. Ela estabiliza as nossas condições emocionais, abrindo para nós perspectivas novas dentro daquilo que antes não aceitávamos. Ela nos abre as portas do entendimento para aceitar o inevitável, que é o melhor para a nossa vida. Se recuamos diante dele, é por não conhecermos seus efeitos na maturação do nosso espírito.

A reencarnação é um desses exemplos, chegando a ponto de os próprios conhecedores da lei a detestarem, por que não querem portar novos corpos dentro da seqüência imposta pela limpeza cármica. Esses sofrerão mais, porque ela não vai deixar de existir, apesar das resistências alimentadas pela ignorância.

Podemos enumerar várias situações inevitáveis no mundo em que ora vives: a dor, o trabalho obrigatório, a educação, a disciplina, o perdão, as inferioridades; as leis do mundo, chuvas, ventos, guerras, fome, pestes, agressões de todos os tipos e a temível velhice e decadência do corpo físico. Sabendo destas, podem deduzir outras mais que, por enquanto, existem no plano em que vives.

O observador inteligente reconhece um Deus único e bom, justo e amoroso para com todos os Seus filhos. Tal observador usa da humildade, da obediência e aceita o inevitável, aquilo que não pode ser mudado. Depois, reconhecerá que tudo está de acordo com as leis naturais que nos servem a todos.

Grande parte dos problemas é formada por nossas criações e cabe a nós mesmos resolvê-los, limpando nossos próprios caminhos. Se a Terra está passando por uma fase de provações, é porque tal é necessário para a higiene cármica dos homens. São processos do despertar espiritual das criaturas, e a fase mais dura para a humanidade deve ocorrer neste fim de século para o princípio do outro.

Se os homens se educarem, isolando suas mãos dos engenhos mortíferos de guerras fratricidas, a própria natureza cobrará as dívidas feitas pelas invigilâncias das almas em passado mais remoto, com lições dolorosas e justas para os retardatários que não puderam aprender por amor.

Vamos aceitar o inevitável e tirar dele as lições que possam nos oferecer, pelos meios que a natureza descobriu serem os melhores para a humanidade. Nada ocorre sem a presença de Deus. Ele é que vê primeiro e analisa as conseqüências. Tais catástrofes existem dentro de nós nas proporções dos nossos tamanhos evolutivos e espirituais. Basta analisar as ocorrências. Quando um idoso de uma família entra em decadência, o apego da mesma deseja contrariar as leis de Deus e muitos blasfemam contra os sofrimentos necessários ao desprendimento da alma.

O inevitável deve ser respeitado, para não ser perturbada a harmonia. É de bom alvitre que desenvolvamos a fé, porque tendo confiança em Deus, tudo passa na vida sob a forma de construção, e poderemos sentir o Senhor mais visível em todos os fatos, com e por amor às Suas magnânimas leis.

Todas as provações são tempestades passageiras. A bonança é eterna condição do espírito imortal.

Texto extraido do Livro Cirurgia Moral escrito por João Nunes Maia ditado pelo espírito Lancellin.

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